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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Bombinhas, resgatou na terça-feira (29) uma mulher de 46 anos que estava mantida em estado de cárcere privado, em Bombinhas, litoral Norte de Santa Catarina.

Após receber denúncias anônimas sobre pedidos de socorro e possível violência doméstica no bairro Mariscal, policiais estiverem no local para apurar a veracidade da denúncia. Lá confirmaram que uma mulher estava em um apartamento trancada, sendo necessário o arrombamento da porta.

De acordo com as investigações preliminares, a vítima teria recebido um valor para viajar para o Paraná em razão do estado grave de saúde de um familiar, mas o companheiro não permitiu que ela viajasse. Ele teria ameaçado e retido o dinheiro da vítima e usado para comprar drogas. Além disso, simulou em mensagens de texto para os familiares da mulher que ela já teria viajado, mantendo-a dentro do apartamento desde domingo (26), retirando a cópia dela da chave e trancando a porta quando saia. No momento da diligência o investigado não estava no local. A Polícia Civil apura os fatos. A vítima formalizou medida protetiva e foi encaminhada pela Coordenadoria da Mulher até a rodoviária.

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Balneário Camboriú, litoral norte de Santa Catarina, deflagrou na sexta-feira (25) a operação “Sala VIP”, em Balneário Camboriú. O objetivo foi o de desmantelar uma associação criminosa que realizava o tráfico de cocaína em um imóvel no bairro Vila Real.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, o que resultou na prisão em flagrante de dois homens e uma mulher e na apreensão de aproximadamente 100g de cocaína, uma balança de precisão, material para embalar a droga e R$ 4.572.

Investigação

A investigação durou cerca de dois meses e apontou que no local os usuários eram recebidos em uma espécie de sala VIP, que contava com sofá, música ambiente e máquina de fliperama. Nesse espaço eles podiam fazer livremente o uso das drogas que compravam.

O trabalho investigativo apontou ainda que o local contava com um esquema de monitoramento, composto de câmeras de vigilância instaladas na entrada do imóvel e nas esquinas da rua. Tal sistema permitia aos suspeitos avistar qualquer aproximação das forças policiais.

Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, os presos foram encaminhados ao Presídio do Vale do Itajaí.

A ação contou ainda com o apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCSC) e do Núcleo de Operações com Cães (NOC/PCSC) da Polícia Civil.

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Em Balneário Camboriú, no litoral Norte, a Polícia Civil de Santa Catarina prendeu um homem foragido do Estado de Rondônia. A prisão ocorreu na quarta-feira (09) pela Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Balneário Camboriú, que prestou apoio à operação “Sevandija” da Polícia Civil de Rondônia.

O homem preso em Balneário Camboriú estava trabalhando como barbeiro na cidade há cerca de cinco meses. Ele é suspeito de participar de execuções a mando da facção criminosa alvo da operação, naquele Estado.

A investigação é da Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DRACO 1). A ação teve 64 medidas cautelares, entre mandados de prisão, busca e apreensão e medidas constritivas de patrimônio relacionado ao crime organizado. Os trabalhos são resultado de uma investigação sobre uma organização criminosa violenta com atuação no Estado de Rondônia, em especial em Porto Velho.

Segundo divulgou a PC de Rondônia, a investigação apurou a existência de uma organização, assim como a existência de cargos e atribuições de tarefas entre os faccionados voltados principalmente para o tráfico de drogas e ações violentas contra rivais e para garantir o controle de pontos de venda de drogas. A palavra “Sevandija” significa “pessoa que vive à custa alheia; parasito”.

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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Balneário Camboriú, prendeu na tarde de terça-feira (08) um casal suspeito do homicídio de um homem. O crime ocorreu no dia 29 de janeiro deste ano, no bairro Praia dos Amores, em Balneário Camboriú.

A vítima foi encontrada com lesões provocadas por disparos de arma de fogo e golpes de faca na recepção da pousada em que residia. A investigação apontou para os suspeitos do crime, um casal que também morava no local e para os quais a vítima estaria devendo um alto valor referente a dívidas de drogas. Cerca de dois dias após o fato, o casal se mudou da pousada sem deixar vestígios.

Na terça-feira, após diligências que contaram com o apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil e da Guarda Municipal de São José, a dupla foi encontrada residindo em uma quitinete no bairro Areias, em São José, na Grande Florianópolis.

Durante a investigação, foi descoberto que o homem suspeito do crime estava usando um nome falso, pois estava foragido do sistema penitenciário paranaense pela prática dos crimes de tráfico de drogas, roubo e posse ilegal de arma de fogo. Após a prisão, os suspeitos foram encaminhados à DIC/PCSC de Balneário Camboriú para interrogatório e em seguida ao Presídio do Vale do Itajaí.

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Na manhã desta segunda-feira (07), a Polícia Civil, por meio do Setor de Investigações e Capturas da Delegacia de Polícia da Comarca de Porto Belo e da Guarda Municipal local, prendeu um dos suspeitos de um homicídio, em Porto Belo, litoral Norte de Santa Catarina. Um outro envolvido já havia sido preso pela Polícia Civil no fim do ano passado.

O crime ocorreu na madrugada do dia 12 de outubro de 2021, no estacionamento de um supermercado, no Bairro Perequê, em Porto Belo, quando um homem de 42 anos, morador de rua, estava na companhia de outros moradores de rua.

Durante a madrugada, após um desentendimento entre outro investigado e a vítima, o homem foi brutalmente espancado por quatro homens, com socos, pontapés e pulos na cabeça durante uma hora e meia. A Polícia Civil realizou a investigação e conseguiu a identificação dos envolvidos.

Após as agressões, os autores deitaram para dormir próximo à vítima e as outras duas mulheres, juntamente com um dos investigados. Ao acordarem, perceberam que a vítima estava inconsciente e fugiram do local sem prestar socorro.

Ao acordar, a companheira da vítima, que era uma das mulheres que estava no local, solicitou socorro de populares, que acionaram o atendimento médico. A vítima foi encaminhada ao hospital, mas morreu em decorrência das lesões.

O laudo cadavérico apontou diversas lesões na cabeça, tórax e abdômen, concluindo que a causa da morte foi traumatismo craniano. Foi constatado também que a vítima não possuía lesões de defesa, confirmando o apurado por meio das imagens, de que a vítima sequer teve condições de reagir, pois, foi segurada e agredida pelos quatro homens.