Conecte-se

FacebookTwitterInstagramYoutube

banner4

Nesta quinta-feira (02), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI/PCSC) de Joinville, cumpriu um mandado de prisão temporária em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

O investigado foi preso em virtude de estupro de vulnerável contra a neta. A denúncia foi feita através do canal de denúncias anônimas, via WhatsApp da Polícia Civil, e repassada pelo Núcleo de Inteligência da 2ª Delegacia Regional de Polícia (NINT) à DPCAMI/PCSC, que procedeu às investigações e concluiu que uma adolescente de 12 anos era abusada reiteradamente pelo avô.

Após ser descoberto por familiares, em maio de 2022, o suspeito dos fatos simulou a própria morte em um acidente. Em seguida, fugiu para o Rio Grande do Sul. O mandado de prisão temporária foi cumprido em Uruguaiana, no pátio de um posto de combustíveis, na BR-472.

Depois disso, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, o homem foi encaminhado à delegacia de plantão da Polícia Civil do Rio Grande do Sul para o interrogatório pela Polícia Civil de SC, oportunidade em que permaneceu em silêncio. Após as providências legais, o preso foi encaminhado ao presídio. O homem também é suspeito pelo estupro da filha, quando esta era adolescente, e de mais duas crianças.

Após a Polícia Civil de Santa Catarina executar a prisão, pediu reforço à Polícia Rodoviária Federal, que auxiliou na condução até a Delegacia de Plantão do Rio Grande do Sul, a qual o encaminhou ao presídio.

banner4

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da 3ª Delegacia de Polícia de Joinville, cumpriu nesta 3ª feira (31) cinco mandados de prisão preventiva contra suspeitos de integrar uma organização criminosa armada dedicada ao tráfico de drogas em Joinville. Dois desses homens são lideranças da facção.

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, outros dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

As prisões ocorreram nos bairros Paranaguamirim e Fátima. Após serem interrogados, os presos foram encaminhados ao Presídio Regional de Joinville.

 WhatsApp Image 2022 05 31 at 09.24.50

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Joinville, realizou uma operação na manhã desta terça-feira (31), nos bairros Costa e Silva e Aventureiro, em Joinville, para cumprir dois mandados de prisão preventiva e dois de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Judiciário.

As investigações se iniciaram em fevereiro deste ano após a DIC/PCSC receber informações sobre empresários donos de autopeças em Joinville que são suspeitos de estarem financiando o roubo e o furto de automóveis, os quais eram desmanchados e tinham suas peças vendidas em estabelecimentos comerciais de Joinville.

Após a DIC/PCSC realizar uma fiscalização em dois locais, os policiais civis localizaram e apreenderam peças de mais de sete veículos roubados.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil descobriu quem seriam os proprietários dos estabelecimentos e, após a representação judicial, foram expedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Os mandados judiciais então foram cumpridos nesta terça-feira.

Com um dos presos foram apreendidos diversos receituários médicos já assinados, além de carimbos. Diante disso, outro inquérito policial foi instaurado para apurar a conduta do investigado. Após os procedimentos, os presos foram conduzidos ao Presídio Regional de Joinville.

 golpejll01

Na manhã desta terça-feira (31), a Polícia Civil, através da 4ª Delegacia de Polícia de Joinville, cumpriu mandados de busca e apreensão em três residências localizadas nos bairros Boehmerwald, João Costa e Jardim Iririú, em Joinville.

O objetivo da operação da Polícia Civil é apurar a atuação de um grupo criminoso envolvido na aplicação de golpes cometidos por meio de uma plataforma de compra e venda pela internet e por aplicativo de mensagens.

O golpe consistia em ludibriar as vítimas através de engenharia social. As vítimas acreditavam que estavam negociando o veículo com o verdadeiro proprietário, porém, após a transferência do valor, descobriram que o negócio foi feito com os criminosos, que haviam clonado o anúncio do verdadeiro vendedor na plataforma.

Com prevenir:

1- Evite intermediários e sempre negocie diretamente com comprador/vendedor;

2- Desconfie de ofertas vantajosas, com preços abaixo dos valores de mercado;

3- Fique atento às conversas do vendedor/comprador que diz que está negociando para um amigo, parente e outros;

4- O comprador só dever transferir o valor após a assinatura do documento  e o vendedor só deve realizar a transferência do veículo com a confirmação do recebimento do valor na conta bancária. Atente, pois pode ter sido enviado comprovante falso.

golpejlle 1

viatura cima

Policiais civis da Delegacia de Polícia da Comarca de Garuva prenderam em flagrante um homem por cárcere privado qualificado, estupro, lesão corporal qualificada e constrangimento ilegal em Garuva, na quarta-feira (25).

Na terça-feira (24), a vítima, após receber ameaças de morte contra si e seus filhos, teria sido obrigada a entrar no veículo do suspeito e, em seguida, foi levada para Garuva. Em seguida, o homem obrigou a vítima a pedir demissão na empresa que trabalhava, afirmando que estaria saindo de Curitiba (PR).

Ao chegar em Garuva, o homem teria se dirigido a um terreno baldio, local em que estuprou a vítima. Por conta da resistência da vítima, esta foi agredida com socos. Depois, obrigada a se dirigir até a residência do homem, momento em que a manteve na residência e praticou novo estupro.

Na manhã de quarta-feira, o homem teria trancado a vítima em seu quarto e retirou todos os seus pertences, como celular, documentos, dinheiro e bolsa.

A Polícia Civil do Paraná, comunicada do suposto cárcere privado pela gerente da empresa que a vítima trabalhava, tomou conhecimento de que a filha da vítima estava tentando fazer contato com ela. O agressor, sabendo que as autoridades estariam atrás da vítima resolveu deixar a vítima na Delegacia de Polícia de Garuva para que esta negasse qualquer tipo de crime, afirmando que estaria por vontade própria na cidade.

Ao encontrar pessoalmente a vítima, os policiais civis catarinenses notaram que esta estaria com diversas lesões no rosto e com dificuldades em caminhar. Momentos depois, ela decidiu relatar a verdade e mencionou que o agressor teria praticado diversos crimes por conta do suposto registro de abuso que sua filha teria sofrido por ele no Estado do Paraná anteriormente.

A partir de então, a Polícia Civil da Delegacia de Garuva localizou o suspeito e o prendeu em flagrante pelos crimes de cárcere privado, estupro, lesão corporal e constrangimento ilegal contra a vítima. A Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito. O preso, após permanecer em silêncio em seu interrogatório, foi encaminhado ao presídio de Joinville.