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Na manhã de sábado (17), as Polícias Civil e Militar deflagraram uma operação para cumprir três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça contra suspeitos de envolvimento em um roubo a um posto de combustíveis. O crime ocorreu na quarta feira (14), em Imbituba.

No assalto, pessoas foram reféns com o emprego de uma arma de fogo. A ação resultou na prisão de um dos envolvidos e na recuperação de uma motocicleta que seria objeto de outro crime cometido pela mesma associação criminosa.

As Polícias Civil e Militar, juntamente com o Ministério Público, obtiveram informações da autoria do crime e de três residências. O Delegado de Polícia representou por busca e apreensão nos endereços, o que foi analisado pelo Ministério Público e deferida pelo Poder Judiciário.

No cumprimento dos mandados, foi coletado conjunto probatório. Houve então representação por novas buscas e pela prisão temporária dos suspeitos. Elas foram analisadas ainda na manhã de sábado pelo Ministério Público e deferidas Poder Judiciário.

Assim, foi possível prender um dos autores do crime, angariar mais elementos de prova e recuperar outra motocicleta objeto de furto e que estava na posse da associação criminosa investigada.

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Policiais civis realizaram prisões e apreenderam drogas na Operação “Éris”, em Pescaria Brava, no Sul do Estado. A ação foi desencadeada pela Delegacia de Polícia de Pescaria Brava em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar, na terça-feira (06).

A investigação apura associação criminosa voltada para o tráfico de drogas nas localidades de Laranjeiras e Ponta das Laranjeiras, em Pescaria Brava. Foram cumpridos três mandados de prisão, um mandado de internação provisória de adolescente e sete mandados de busca. Houve apreensão de maconha e cocaína.

A investigação começou após conhecimento de que um dos integrantes da associação criminosa havia sido vítima de tentativa de homicídio no dia 21/02/2021, em uma desavença. Membros da associação criminosa invadiram a residência do autor, que se encontrava preso, com armas de fogo, e atearam fogo em seus pertences.

Na investigação, com o compartilhamento de informações com a PM de Pescaria Brava e a PRF, a Delegacia de Polícia de Pescaria Brava identificou possíveis participantes de uma associação criminosa voltada para o tráfico de drogas. Foi apurado que o bando utilizava arma de fogo como forma de amedrontar a clientela, associados, e os próprios moradores.

Participaram da operação as Delegacias de Polícia da 18ª DRP e da 5ª DRP: DPMu de Pescaria Brava; DPCo, DIC e DPCAMI de Laguna; DPCo de Garopaba; DPCo de Imaruí; DPCo de Imbituba; DPCo de Jaguaruna e DPmu de Sangão.

Também participaram a PRF e a PM. A ação contou ainda com o apoio dos Núcleos de Operações com Cães (NOCs/PCSC) de Itajaí, Criciúma, Florianópolis e DEIC/PCSC, além do SAER/PCSC.

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A Polícia Civil deflagrou a 2ª fase da “Operação Invicta”, que tem por objetivo apurar a ocultação de cerca de 100 quilos de maconha em Laguna, no Sul do Estado. Foi na madrugada desta segunda-feira (05), em Capivari de Baixo, também no Sul de SC, por intermédio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Laguna. Houve uma prisão.

Na 1ª fase da operação, realizada no mês passado, os investigadores conseguiram reunir indícios de que a droga teria sido enterrada na região de Campos Verdes, em Laguna, em janeiro. Foi apurado que a droga foi encomendada e adquirida por um morador do município de Capivari de Baixo e que se valeu do auxílio de um adolescente para o transporte e ocultação da substância ilícita. Um homem da mesma região foi remunerado para esconder a droga naquele local em razão das facilidades proporcionadas pelo terreno de difícil acesso.

Com o aprofundamento das investigações, ficou esclarecido que um adolescente é quem teria negociado e servido de “batedor” da droga para o homem que a encomendou. A 2ª fase da ação coincide com a conclusão das investigações policiais, as quais comprovaram o responsável pelo custeio/aquisição e encomenda da volumosa quantia de entorpecente, valendo-se para isso da corrupção de adolescentes. O homem de 31 anos então foi preso por mandado de prisão preventiva e encaminhado à Unidade Prisional de Laguna (UPA).

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A Polícia Civil concluiu o inquérito policial da Operação “Gêmeo do Mal” que apurou crimes contra o patrimônio público municipal, em Imaruí, Sul do Estado.

As apurações, iniciadas em julho de 2020, resultaram na deflagração de três fases da operação. Houve dezenas de medidas judiciais cumpridas que desbarataram uma organização criminosa suspeita de desvios de recursos públicos por meio de uma empresa por superfaturamento de horas de mão-de-obra e obras de construção e reformas. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões. A investigação é da 2ª Delegacia Especializada no Combate à Corrupção, em atuação conjunta com a Delegacia de Polícia de Imaruí.

A investigação apontou que os indiciados são suspeitos de desviar recursos simulando ou aumentando as horas de serviço para qual a empresa era contratada mediante fraudes nas dez licitações que venceu.

Ao longo de pouco mais de três anos, eram vencidas todas as licitações de limpeza urbana, e de obras e reformas (pedreiro, servente, pintor, eletricista e carpinteiro). Foram cerca de 152 mil horas lançadas durante a última gestão que se encerrou em 2020, além da utilização de materiais inferiores nas obras. Também foram identificadas 26 dispensas de licitação fraudulentas. A Polícia Civil estima que menos da metade das horas pagas foram efetivamente prestadas.

A investigação ainda fará a análise das movimentações financeiras e fiscais, cujos afastamentos de sigilo ainda estão sendo cumpridos pelas instituições bancárias. O término desta análise é fundamental para reforçar a autoria e materialidade do crime de lavagem de dinheiro, bem como identificar eventuais outros envolvidos e outros delitos.

O Ministério Público, até o momento, ofereceu denúncia criminal contra 8 réus, sendo o ex-prefeito, 4 ex-secretários Municipais, 2 servidores públicos e 1 empresário. Eles foram acusados de integrarem uma organização criminosa, de terem praticado 182 crimes de peculato e outros 192 crimes da lei de licitações.

A denúncia foi recebida pelo Poder Judiciário e atualmente o processo aguarda a realização de audiência de instrução e julgamento. Não há nenhum fato que se relacione com a atual gestão municipal.

Resumo da Operação:

- Em cerca de 10 meses de investigação, foram cumpridos 08 mandados de busca e apreensão, 08 mandados de prisão, 04 afastamentos de servidores públicos, afastamentos de sigilo bancário e fiscal, além da apreensão de veículos e indisponibilidade de bens e valores.

- Entre testemunhas e investigados, foram realizadas mais de 50 oitivas, além da celebração de 02 acordos de colaboração premiada em conjunto pela Polícia Civil e Ministério Público.

- Quinze pessoas foram indiciadas pelos delitos de participação em organização criminosa, peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, fraude processual, delitos de fraude e outros da Lei de Licitações.

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A Polícia Civil realizou na manhã desta sexta-feira (18) a Operação “Quitutes da Época” com o objetivo de coibir o tráfico de drogas na região central de Imaruí, Sul do Estado.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão que resultaram na prisão em flagrante de três suspeitos de envolvimento no tráfico de drogas. Segundo o Delegado de Polícia Raphael Rampinelli, as investigações começaram após denúncias do comércio de drogas na área central. Após diligências, o Delegado de Polícia representou pela concessão de cinco mandados de busca e apreensão, o que foi deferido pelo Poder Judiciário após manifestação favorável do Ministério Público.

Nesta sexta-feira , os mandados foram cumpridos e apreendidos drogas (maconha e cocaína), balanças, dinheiro e outros apetrechos relacionados à venda de drogas. Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos a Delegacia de Polícia e autuados em flagrante por tráfico de drogas.

A ação mobilizou efetivos das Delegacias de Polícia da Comarca de Imaruí, com o apoio de Garopaba (DPCo), Laguna (DPCAMI e DPCo), Imbituba (DPCo), DPMu Pescaria Brava e da Polícia Militar de Imaruí. As investigações prosseguem.

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