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Uma ação conjunta fiscalizou estabelecimentos comerciais que vendem Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou gás de cozinha, em Palhoça. A ação envolveu a Polícia Civil, por meio do Setor de Fiscalização de Jogos, Diversões Públicas e Produtos Controlados da 30ª Delegacia Regional de Polícia, o Procon Estadual e o IMETRO (Instituto de Metrologia de SC).

A operação aconteceu nesta quarta-feira (16) e na terça-feira (15). O objetivo é averiguar os alvarás, assim como a validade, qualidade dos botijões e peso/quantidade do produto. Foram fiscalizados cerca de 30 locais e foi constatado que 90% não possuíam o alvará da Polícia Civil.

Os estabelecimentos foram notificados para a regularização. Segundo a Delegada Regional de Palhoça, Michele Alves Correa Rebelo, as fiscalizações continuarão para reprimir a prática de venda clandestina por estabelecimentos que não possuem autorização para a comercialização do referido produto.

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A Justiça condenou a mais de 43 anos de reclusão cinco réus acusados de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e munição, em Palhoça. As investigações foram coordenadas pela Divisão de Investigação Criminal (DIC).

Em junho de 2019, a Polícia Civil realizou uma operação no bairro Caminho Novo, que resultou na apreensão de drogas (maconha, cocaína e crack), na apreensão de duas armas de fogo e munições e ainda petrechos utilizados no tráfico de drogas.

No dia da prisão somente dois dos condenados foram presos, mas as investigações da DIC revelaram a participação ativa junto ao tráfico de drogas dos outros três réus. Com isso, foi possível materializar a participação de todos os indiciados nos crimes investigados. Ao longo do processo, a articulação para o tráfico de drogas investigada foi confirmada em juízo e as penas somadas atribuídas aos autores ultrapassam 43 anos de reclusão.

O  líder da associação foi condenado a 13 anos de reclusão. Os cinco réus foram presos pela DIC na época das investigações e continuam no sistema prisional à disposição da Justiça.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia do Município de São Bonifácio, cumpriu na manhã de quinta-feira (03) um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça contra um homem de 35 anos por descumprir medida protetiva. Ele tinha ordem judicial para não se aproximar de sua ex-esposa, mas descumpriu a medida e invadiu a casa dela com um facão e a ameaçando de morte.

O ato não se concretizou porque o homem não conseguiu arrombar a porta do quarto onde ela estava trancada. A ação policial teve o apoio dos policiais civis das Delegacias de Polícia Municipais de Angelina, Anitápolis e Rancho Queimado.

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Policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) cumpriram dois mandados de prisão preventiva por estupro de vulnerável, em menos de 24 horas, em Palhoça.

Após investigação, foi representado pela prisão preventiva dos dois homens investigados pelo crime de estupro de vulnerável e expedidos os respectivos mandados pelo Judiciário. Um dos investigados foi preso no final da tarde de quarta-feira (02). Além dos abusos sexuais que teria praticado contra duas vítimas, ele as ameaçava caso fosse denunciado à polícia.

A outra prisão aconteceu na manhã de quinta-feira (03). Os presos tinham relação de parentesco com as vítimas. Após serem interrogados sobre os fatos, foram encaminhados ao sistema prisional.

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A Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC), cumpriu um mandado de prisão contra um homem por condenação ao crime de latrocínio pela Comarca de Marechal Floriano, no Espírito Santo. A prisão ocorreu no bairro Vila Nova, em Palhoça, na tarde de segunda-feira (31).

O condenado vivia em Santa Catarina há cerca de 20 anos com documentos falsos. Ele chegou a cumprir pena no sistema prisional catarinense no período de 2004 a 2019 sem que tivesse a farsa descoberta.

Os investigadores da DIC começaram a descobrir o nome falso do autuado em meio a investigações relacionadas a um homicídio ocorrido em Palhoça em 10.03.2020. Durante o interrogatório na DIC, ele confessou o uso do nome falso diante das provas apuradas pelos investigadores da DIC que já possuíam laudo pericial produzido pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

O IGP, após informações da DIC, respondeu que os materiais papiloscópicos de ambos os nomes (o falso e o verdadeiro) na verdade pertenciam a mesma pessoa. Diante da evidência, o autuado abandonou a sua versão e assinou o mandado de prisão, sendo ainda autuado em flagrante pela falsidade. Após a lavratura dos procedimentos cabíveis, o preso permanece agora com seu nome correto à disposição da Justiça.