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Na noite de quinta-feira (02), a Polícia Civil, através da 5ª Delegacia de Polícia da Capital, prendeu em flagrante um homem por estelionato, no Centro de Florianópolis. O preso é suspeito de integrar uma organização criminosa especializada no “golpe do motoboy”, em que idosos são ludibriados a entregar os seus cartões bancários para os autores, que se passam por funcionários do banco.

O homem é oriundo de São Paulo. No quarto de hotel em que estava foram apreendidos quatro máquinas para passar os cartões, R$ 14 mil e falsos crachás dos bancos Itaú, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Em princípio, foram identificadas cinco vítimas.

O preso era o responsável por se passar por um suposto agente das instituições bancárias e retirar na casa das vítimas os cartões.

Diligências continuam para identificar mais vítimas e demais membros da organização criminosa.

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Policiais civis cumpriram um mandado de prisão e um mandado de busca e apreensão contra um homem suspeito de diversos furtos na Grande Florianópolis. Foram apreendidos objetos possivelmente dos crimes.

A prisão ocorreu na quinta-feira (02), por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de São José e da Delegacia de Polícia da Comarca de Palhoça, com o apoio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DRACO/DEIC) e da 7ª Delegacia de Polícia da Capital. As diligências ocorriam desde o dia 29 de maio.

Segundo a investigação, constavam mandados de prisão da Comarca de São José (regressão de regime de pena privativa de liberdade) e da Capital (representação da 7ª Delegacia de Polícia da Capital).

O preso já havia fugido de abordagens policiais este ano por duas vezes: uma em abril e outra em maio e acabou sendo capturado agora. Além disso, foi possível elucidar um crime de furto praticado pelo suspeito em Palhoça, em maio.

 Viatura sirene noite

Nesta quinta-feira (02), a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pela Judiciário contra um homem em uma investigação que apura uma suspeita de estupro de vulnerável. O fato ocorreu em Major Gercino, em maio. A vítima é uma criança de três anos.

A Polícia Civil havia representado ao Judiciário pelo mandado de prisão, que foi expedido nesta quinta-feira. Foram feitas diligências e o suspeito encontrado em Canelinha. Ele resistiu à prisão e aparentemente tentou o suicídio, o que será apurado pela perícia. O homem foi preso por policiais civis e em seguida conduzido ao hospital de Canelinha.

A apuração é de policiais civis da Delegacia de Polícia de São João Batista e de Major Gercino. Ele será encaminhado para exame de corpo de delito em Balneário Camboriú e levado para o presídio de Tijucas.

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A Delegacia Geral da Polícia Civil de Santa Catarina celebrou um acordo de cooperação técnica com a Polícia Civil de Mato Grosso. O objetivo é a troca de conhecimentos e experiências em relação à tecnologia que irão auxiliar, por exemplo, no desenvolvimento do inquérito policial digital pela Polícia Civil catarinense.

O acordo foi firmado nesta quinta-feira (02) em Cuiabá, no Mato Grosso, pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Marcos Flávio Ghizoni Júnior, e o delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso, Mário Dermeval Aravechia de Resende.

Em Cuiabá, gestores da Polícia Civil de Santa Catarina realizaram uma visita institucional às áreas de tecnologia e informação da Polícia Civil de Mato Grosso. Participaram, além do delegado-geral da Polícia Civil de SC, o gerente de Planejamento e Avaliação, delegado de polícia Gustavo Madeira; o gerente de Tecnologia da Informação, Everton Wiezbicki e o desenvolvedor da Gerência de Tecnologia da Informação, Bruno Marcos Espíndola.

A Diretoria da Polícia Civil do MT mostrou o trabalho desenvolvido pela equipe da Coordenadoria de Tecnologia de Informação (COTI) e os programas e ferramentas utilizados e que possibilitam a melhoria e a celeridade das investigações.

A Polícia Civil de Mato Grosso já atua por meio do inquérito policial digital (denominado de inquérito eletrônico) e atualmente apresenta fase avançada de implementação, com o processo totalmente integrado com o Judiciário e sem uso de papel ou a necessidade de digitalização.

A Polícia Civil de SC também busca implementar o inquérito digital no Estado. Em Cuiabá, os policiais civis conheceram na prática a experiência, constatando ganhos como agilidade, otimização e celeridade nas investigações até o envio do procedimento ao Poder Judiciário. A cooperação também prevê parcerias em sistema relacionado às atividades investigativas.

Agora, em SC serão modelados os processos do inquérito digital e demais procedimentos, levando-se ao nível estratégico da Instituição com a futura elaboração de cronograma para a implantação e desenvolvimento do sistema.

“Troca de informações e experiências”

O encontro entre os dirigentes das Polícias Civis possibilitou também a troca de informações e experiências na área da ciência computadorizada, aplicativos e inteligência artificial.

O delegado-geral da Polícia Civil de SC, Marcos Flávio Ghizoni Júnior, agradeceu a hospitalidade e a cordialidade dos colegas durante a visita técnica, considerada fundamental para conhecer o sistema que MT implementou.

“Buscamos fazer com que as Polícias Civis do Brasil trabalhem unificadamente no combate aos crimes que cada vez mais ultrapassam fronteiras, em especial no quesito de delitos informáticos”, destacou o delegado-geral.

(Com informações da assessoria de comunicação da PCMT e PCSC).

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(Fotos: Assessoria | Polícia Civil-MT)

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Nesta semana, o Poder Judiciário publicou a sentença da ação penal referente à investigação da Polícia Civil de Santa Catarina que resultou na operação “Mar Vermelho”, em Bombinhas.

As penas dos 12 réus apontados na investigação se somadas totalizam mais de 125 anos de prisão. Um dos investigados foi condenado a uma pena de 27 anos de prisão. Os adolescentes investigados também já haviam recebido medida de internação.

A operação foi deflagrada em agosto do ano passado e desarticulou uma célula de organização criminosa em Bombinhas responsável pelo tráfico de drogas, crimes patrimoniais e corrupção de menores.

A investigação, realizada pela Delegacia de Polícia de Bombinhas, identificou um núcleo de facção criminosa de abrangência estadual que buscava se implantar na cidade. Foram identificados e presos vários membros da organização criminosa, assim como adolescentes foram apreendidos.