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Na manhã desta quinta-feira (24), a Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), por intermédio da Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e de Crimes contra as Relações de Consumo (DCAC), com o apoio de outras Delegacias desta Diretora (CECOR, DECOR, DLAV, DRRDI, DRFV, DRCI, DD), deflagrou a segunda fase da operação "Mecanismo Verde", dando cumprimento a 13 mandados de busca e apreensão em residências e empresa do ramo imobiliário em Florianópolis.

A ação tem por objetivo combater e desmantelar a suspeita de complexo esquema criminoso de corrupção que envolve construtores de obras clandestinas e agentes públicos municipais da Capital catarinense, condutas que se amoldam a crimes contra o meio ambiente, crimes contra a ordem urbanística (parcelamento irregular do solo urbano), crimes contra a administração pública (com destaque para o de corrupção), furto de energia elétrica e associação criminosa.

Foram apreendidos documentos relacionados ao objeto da investigação, bem como aparelhos celulares e outros dispositivos informáticos, os quais serão encaminhados para a perícia da Polícia Científica. As investigações prosseguem.

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Nesta quinta-feira (24), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Repressão ao Racismo e a Delitos de Intolerância da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, concluiu uma investigação que resultou no indiciamento de um homem pela prática dos crimes de injúria racial majorada e de violência psicológica contra a mulher.

A vítima, uma adolescente, trabalhava como jovem aprendiz no balcão de atendimento de uma agência da companhia de energia local, quando o cliente suspeito teria a injuriado fazendo perguntas de cunho racial sobre seu cabelo. Os fatos foram captados pelo sistema de videomonitoramento da agência, o que auxiliou na identificação do autor e na compreensão da dinâmica dos fatos.

O inquérito policial apurou ainda, conforme avaliação psicológica da vítima, que o evento investigado teria concorrido para os danos emocionais sofridos pela jovem, que já vinha passando por situação de vulnerabilidade, diante de vivências familiares traumáticas.

O procedimento concluído foi remetido ao Juízo Criminal da Comarca de Palhoça e, em seguida, passará por análise da 40ª Promotoria de Justiça da Capital, que possui atribuição especializada, em âmbito estadual, no combate aos crimes de racismo, de ódio e intolerância.

Importante ressaltar que o crime de injúria racial, espécie do gênero racismo, é inafiançável e imprescritível, conforme reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal.

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Na quarta-feira (23), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal de Lages e do Núcleo de Operações com Cães de Lages, prendeu em flagrante uma mulher suspeita por tráfico de drogas em São José. A ação contou com o apoio da Delegacia de Polícia da Comarca de Bom Retiro e Alfredo Wagner.

Os policiais receberam informações sobre a localização de um foragido, procurado por homicídio, roubo, tráfico de drogas e por integrar organização criminosa. Em seguida, uma operação para efetuar sua captura foi iniciada.

Chegando ao local, uma mulher foi abordada e indagada sobre presença do foragido. Os policiais perceberam que a mulher passava informações desencontradas e que estava mentindo acerca de fatos que já eram de conhecimento dos policiais.

Feito o ingresso na residência e iniciadas as buscas pelo foragido, no quarto onde o mesmo dormia, os policiais localizaram grande quantidade de drogas (maconha e cocaína), totalizando cerca de 5,5kg de entorpecente, balanças de precisão, material para fracionar e embalar drogas, além de munição de espingarda calibre 28 gauge.
A mulher foi identificada como sendo mãe do foragido. Acredita-se que ela dava cobertura para a fuga do homem, além de guardar a droga vendida por ele.

Foi realizada a apreensão da droga e do material usado para seu fracionamento e acondicionamento. A mulher foi presa em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O foragido havia acabado de sair do local e não foi localizado. A mulher foi encaminhada ao Sistema Penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça.

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Na quarta-feira (23), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio das Delegacias de Polícia de Bom Retiro, Alfredo Wagner e da Divisão de Investigação Criminal de Lages, deflagrou operação policial, na cidade de Bom Retiro. O objetivo foi dar cumprimento a mandados de buscas e apreensão e prisão temporária para prender um homem suspeito pela autoria de um homicídio qualificado ocorrido no último sábado (19), mediante instrumento perfurocortante. Além disso, os mandados visavam também apreender drogas e material utilizado para o tráfico de entorpecentes, praticados por membros de uma organização criminosa.

Além do homem apontado como autor do homicídio, foram presos em flagrante dois homens suspeitos pela prática de tráfico de drogas e organização criminosa. Além disso, um adolescente foi autuado por ato infracional análogo ao delito de porte de drogas para consumo. Nas residências dos alvos foram apreendidos ainda drogas, rádio comunicador, apetrechos, dinheiro e outros elementos de informações.

Os autuados em flagrante foram interrogados e confessaram as práticas ilícitas, assim como o autor de homicídio qualificado foi interrogado e confessou de forma minuciosa a autoria, circunstâncias e motivação do delito. Após as prisões, os conduzidos foram encaminhados para Unidade Prisional de Lages, local onde permanecerão à disposição da justiça.

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Nesta quarta-feira (23), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia do Continente, cumpriu medida cautelar de busca e apreensão no bairro Campinas, na cidade de São José. As investigações foram iniciadas após os suspeitos utilizarem redes sociais e sites em nome de um corretor de imóveis de Florianópolis para aplicar um golpe que consistia em anunciar imóveis de luxo para a locação de temporada. Após o contato e a assinatura do falso contrato, as vítimas eram induzidas a transferir 50% do valor acordado.

Durante as buscas, foram localizados os aparelhos celulares empregados nos delitos, anotações contendo o roteiro de abordagem às vítimas, cartões bancários e documentos falsos. Até o momento, foram identificadas cerca de 30 vítimas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e outros Estados.