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Na tarde de terça-feira (04), a Polícia Civil realizou uma operação no bairro Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis. Houve a apreensão de drogas e munições.

A ação foi conjunta da Coordenadoria de Operações com Cães (COPC/PCSC) e da Delegacia de Combate às Drogas da Capital (DECOD/PCSC).

Após o recebimento de informações, os policiais civis se deslocaram até uma residência no bairro, onde apreenderam maconha fracionada e pronta para a venda, duas balanças de precisão, documento de identificação do suspeito e duas munições de calibre .38 SPL.

O suspeito, morador do imóvel, ao saber da presença da Polícia na localidade, fugiu do local para evitar ser preso em flagrante, deixando para trás os objetos e substâncias ilícitas, que foram apreendidos e encaminhados até a DECOD/PCSC para a instauração de inquérito policial.

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Policiais civis da Divisão de Investigação Criminal (DIC/PCSC) de Maravilha, no Oeste, realizaram uma operação na madrugada desta quarta-feira (05) e, após investigação, prenderam um homem pela prática de tráfico de drogas.

A ação ocorreu no centro de Maravilha após apuração de que o homem estaria realizando o comércio de droga ilícitas dos tipos crack e cocaína, e que iria transportar significativa quantidade dessas substâncias para ocultação. Avistado o investigado, em momento oportuno, foi abordado pelos policiais civis, que de imediato constataram a existência da droga ilícita e deram voz de prisão.

Ao todo, foram apreendidos cerca de 175 gramas de droga tipo crack em pedras grandes, 18 pedras de crack fracionadas para a venda, quase vinte gramas de cocaína em pó e pedra e uma balança de precisão.

O homem já havia sido flagrado menos de 24 horas antes realizando o comércio de cocaína na região, motivo pelo qual foi autuado em flagrante. Entretanto, obteve o direito de responder ao caso em liberdade, voltou a praticar a traficância, movendo a droga ilícita que tinha em depósito para continuar a sua comercialização, momento em que foi flagrado pelos policiais civis.

Após ser autuado em flagrante, ele foi conduzido à UPA de Maravilha, onde aguardará por decisão judicial acerca da conversão ou não do flagrante em prisão preventiva.

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Nesta terça-feira (04), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Gaspar, prendeu um homem de 44 anos pelo crime de estupro de vulnerável. O crime teria ocorrido no ano 2011, em Joinville, e a vítima, que tinha oito anos na época, é sobrinha do homem.

Os abusos ocorreram na casa do autor quando a criança estava na companhia de duas primas, filhas do autor, assistindo à televisão. Os pais só descobriram os abusos porque a criança começou a ter crises de choro e, após insistência dos pais, decidiu revelar o que tinha acontecido.

Diante dos fatos foi instaurado inquérito policial. O homem foi condenado a nove anos de prisão em regime inicialmente fechado em julho de 2019, mas estava foragido desde então.

O preso foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau para o início do cumprimento da pena.

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Após investigação da Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Fronteira de Chapecó, visando apurar estelionatos e extorsões de uma cartomante em Chapecó e região, o Poder Judiciário condenou a mulher a 21 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão, decorrente de 7 estelionatos e 12 extorsões. Além disso, ela também foi condenada a restituir valores (R$ 321.149,77) às vítimas como forma de reparação pelos danos sofridos.

Quantos aos demais envolvidos, um deles faleceu durante o trâmite do processo e o outro foi absolvido em primeira instância – neste caso, o Ministério Público está recorrendo da decisão. A quarta envolvida foi condenada pelo Judiciário a 4 anos e 8 meses de reclusão, além do pagamento de R$ 221.099,00 às vítimas como forma de reparação da extorsão praticada.

Golpe Falso Aluguel

Nessa época do ano é comum que o litoral de Santa Catarina receba muitos visitantes e alguns deles procuram imóveis para alugar na região. Com isso, há incidência de golpes envolvendo o aluguel de imóveis online, o chamado golpe do “Falso aluguel”. Na maioria das vezes, o inquilino aluga o imóvel e quando chega ao local percebe que o imóvel não existe ou que o pagamento não foi realizado para o proprietário e sim para um estelionatário.

Para prevenir esse tipo de golpe, a Polícia Civil de Santa Catarina preparou uma série de dicas a quem está pensando em alugar um imóvel. O delegado de polícia da Delegacia de Proteção ao Turista, Renan Scandolara, alerta que a primeira coisa a ser feita é verificar se o preço do imóvel é condizente com outros anúncios similares. “Anúncios com valores muito abaixo do mercado para esta época do ano em locais de grande procura podem ser indicativos de alguma prática ilícita”, sinaliza o delegado.

Dê preferência por alugar um imóvel com um corretor ou imobiliária de sua confiança. Porém, se for alugar online, busque realizar o aluguel em sites conhecidos e que garantam a devolução do dinheiro do cliente em caso de problemas com o imóvel. Outra dica é ler as avaliações de clientes que já locaram aquele imóvel.

Confira se o endereço realmente existe. Se possível, agende uma visita prévia antes de locar o imóvel. Caso não possa ir presencialmente ao imóvel ou pedir para alguém ir para você, pesquise pela internet em serviços de mapas disponíveis. Veja se a imagem do local é a mesma do anúncio.

Na hora de realizar o pagamento, dê preferência para pagamentos feitos com cartão e não por pix ou transferência bancária, já que o estorno do dinheiro usando a modalidade pix é a mais difícil.

Em caso de fraude, faça Boletim de Ocorrência

Caso ocorra alguma fraude, compareça a uma Delegacia de Polícia e registre o boletim de ocorrência, apresentando documentos que possam auxiliar na investigação criminal, como captura de telas, comprovantes de transferências bancárias, entre outros.

Vale lembrar que o boletim de ocorrência também pode ser realizado de forma virtual através da Delegacia Virtual da Polícia Civil de Santa Catarina

Assista o vídeo com as dicas do delegado de polícia da Delegacia de Proteção ao Turista, Renan Scandolara.