Em 2025, operação “Protetor” resulta em prejuízo milionário para o crime organizado na região oeste de SC

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Polícia de Fronteira (DIFRON), apresentou, nesta terça-feira (13/01), os números da operação “Protetor”, referentes ao ano de 2025. O foco da operação “Protetor” no oeste de SC é o enfrentamento das ações criminosas que se organizam nos 89 municípios catarinenses da região oeste e que fazem divisa com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina.

Sob a coordenação da DIFRON, a Polícia Civil de SC organiza a operação “Protetor” junto às Delegacias Regionais de Polícia da Fronteira de Chapecó, Maravilha, São Miguel do Oeste, São Lourenço do Oeste, Xanxerê e Concórdia.

Em 2025, a Polícia Civil de Santa Catarina mobilizou 297 policiais civis, efetuou 50 prisões, apreendeu 34 armas de fogo, 2.329 munições e 582 kg de drogas. O resultado foi um prejuízo para o crime organizado de cerca de R$ 2.547.566,00.

Segundo o Diretor de Polícia da Fronteira, Delegado Fernando Callfass, a operação “Protetor” se consolida a cada ano como um importante instrumento de trabalho integrado das forças de Segurança Pública no combate ao crime organizado e repressão aos delitos transnacionais, impondo prejuízos milionários aos criminosos.

A operação “Protetor de Divisas, Fronteiras e Biomas” é uma ação permanente, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), cujo objetivo é o fomento de operações integradas visando o combate às organizações criminosas e, em especial, aos crimes transnacionais.

No âmbito da Polícia Civil de Santa Catarina, a operação “Protetor” conta com o apoio e a colaboração do Delegado-Geral, Ulisses Gabriel, sendo que o planejamento e execuções das ações estão a cargo DIFRON, com sede em Chapecó.

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