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Nesta sexta-feira (26), aconteceu a solenidade de encerramento da 2ª Edição do curso de enfrentamento às organizações criminosas, na Academia da Polícia Civil de Santa Catarina (Acadepol/PCSC), em Florianópolis. Concluíram o curso 60 policiais civis, sendo 30 da Polícia Civil de Santa Catarina e 30 de polícias Civis de outros Estados. As aulas aconteceram presencialmente de 22 até 26 de novembro, na Acadepol.

O curso foi realizado em parceria com a Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Esteve presente no evento o secretário de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI), Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo.

Em visita institucional, o secretário conheceu a Acadepol/PCSC e também assistiu a uma apresentação sobre a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil de Santa Catarina (CORE/PCSC).

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A Polícia Civil de Santa Catarina, juntamente com o Instituto Geral de Perícias (IGP/SC) e o Ministério Público de SC (MPSC), desencadeou a “Operação Santa Forte”, em uma nova fase das investigações sobre o roubo ao Banco do Brasil ocorrido na noite de 30 de novembro do ano passado, em Criciúma, Sul do Estado.

A primeira fase das investigações envolveu os trabalhos de diversas forças de segurança e resultou na prisão e no indiciamento de dezesseis pessoas relacionadas à organização criminosa responsável pelo roubo.

Agora, as investigações apontaram a participação direta de 12 pessoas no assalto: dez homens de São Paulo, um homem e uma mulher de Santa Catarina, que tiveram suas prisões preventivas decretadas pela Justiça em Criciúma.

Nessa nova fase, dez indivíduos já estão entre os dezesseis que respondem pelo crime de organização criminosa.

O roubo cometido teve diversas causas de aumento de pena previstas no Código Penal, como o concurso de agentes, vítimas mantidas reféns, emprego de armas de fogo de calibres proibidas, uso de explosivos, além dos crimes de dano ao patrimônio público, de incêndio e de organização criminosa. Situação ainda mais grave também atribuída aos criminosos refere-se às sérias lesões causadas ao policial militar Jeferson Luiz Esmeraldino, alvejado durante a ação, que faz o crime ser classificado como latrocínio.

Desde o começo das investigações, os trabalhos contam com a atuação conjunta e integrada entre a Polícia Civil (PCSC) e o Instituto Geral de Perícias (IGP/SC), necessária diante da grande complexidade do crime, com dezenas de criminosos, a utilização de inúmeros veículos e diversos imóveis, tanto em Santa Catarina quanto no Rio Grande do Sul, levando a um grande quebra cabeças que vem sendo montado. Os trabalhos periciais são considerados de extrema importância para a robustez da investigação e a consequente prova criminal levantada até o momento.

A ação ocorrida em Criciúma é chamada de “domínio de cidade” e foi o maior roubo da história no Brasil, quando foram levados R$ 125 milhões. O crime de roubo exige a ameaça e violência contra determinadas pessoas, diferentemente do furto, onde apenas são levados valores, sem que a vítima seja atacada.

No Brasil, foram levados valores superiores apenas nos furtos ao Banco Central de Fortaleza, em 2005, de onde subtraíram R$ 164 milhões, e quando foram arrombados 170 cofres do Banco Itaú, em São Paulo, em 2011, estimando-se em R$ 500 milhões, entre joias e dinheiro.

O inquérito policial e as investigações estão sendo realizadas pela Delegacia de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC/PCSC) da Polícia Civil de SC, e contam com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil e de Delegacias de Polícia da própria DEIC/PCSC e das regiões de Criciúma, Laguna, Tubarão e Araranguá.

A “Operação Santa Forte” faz referência ao ataque cometido contra uma caixa forte de valores e ao trabalho da Polícia Civil de Santa Catarina, na identificação e responsabilização dos autores. As investigações do crime continuam.

Vídeo do delegado Anselmo Cruz, da DEIC/PCSC Anselmo Cruz, da DEIC/PCSC 

Download do vídeo do delegado Anselmo Cruz

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A Polícia Civil de Tubarão, por meio da Delegacia de Delitos de Trânsito, Crimes Ambientais e Relações de Consumo, em conjunto com o Procon de Tubarão e o Setor Estadual do IMETRO/SC, realizou uma operação conjunta de fiscalização do comércio e armazenamento de botijões de gás.

A operação ocorreu na tarde desta sexta-feira (26) e foram fiscalizados comércios locais. A operação tinha como objetivo fiscalizar e identificar a venda irregular do GLP, conhecido como gás de cozinha.

Com essas fiscalizações, busca-se assegurar que os consumidores estão adquirindo botijões de gás dentro das condições e parâmetros legais. Garantindo-se, assim, o direito do consumidor na aquisição do gás de cozinha seguro e verificado.

Todos os estabelecimentos comerciais fiscalizados estavam em situação regular. O delegado de polícia Rubem Teston, responsável pela DDTCA, esclarece a importância do consumidor adquirir o GLP (gás liquefeito de petróleo) apenas de revendedores autorizados, pois somente assim é possível ajudar na segurança e impedir que vendedores clandestinos coloquem em risco a vida e a integridade alheia.

Colabore com a Polícia Civil de Santa Catarina através do disque-denúncia 181 ou do WhatsApp (48) 98844-0011.

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Nesta sexta-feira (26), a Policia Civil de Santa Catarina prendeu em Urussanga, Sul do Estado, um homem de 53 anos que devia R$ 265.146,22 em pensão alimentícia. Ele era procurado há anos e a ação de execução tramita desde 2013. Como o homem vivia em trânsito entre a Alemanha e o Brasil, conseguiu por anos escapar da atuação da Justiça.

A Delegacia de Polícia de Urussanga deu cumprimento ao mandado expedido pela Justiça da Comarca de Braço do Norte e conseguiu prender o homem, que ficará em regime fechado por 90 dias ou até quitar o valor que deve.

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A Comissão de Destinação de Veículos Apreendidos da Polícia Civil, em conjunto com a Delegacia Regional de Polícia de Lages, também realiza o processo de descontaminação e amassamento de veículos apreendidos e ou depositados em pátios. Já são mais de 300 carros e motos incluídos nesta ação.

A iniciativa de retirada e destruição desses veículos abrange em Lages um acordo de cooperação técnica entre o Tribunal de Justiça, Polícia Civil e Ministério Público Estadual.

Segundo a delegada regional de Lages, Luciana Rodermel, estas ações serão constantes na região com o objetivo de manter os pátios das unidades com bom aspecto e evitando prejuízos ambientais.